Quarta-feira, 13 de Abril de 2005

Sorry, try again

Imaginei-te, curvilínea, adúltera
Sentada num rochedo à beira-mar.
Consumi-te com meus olhos flamejantes,
Incumbidos divinamente para te olhar.

E assim soube-te minha, poderosa figura
Do teu corpo dotada e por muitos aclamada,
Mas só a mim pertencente. Ficaste reticente,
Deixaste-te chegar sem eu dar por nada.

Abraçaste-me, incandescente, e fizeste-te
Senhora, ornamentada no teu canto rei,
Composto por indulgentes palavras que eu não sei,
E apregoado de amores, que só o meu quiseste.

Deusa mortal, deixa-me calcar outras terras!
Descobrir se nelas há assim tão belas,
Outras damas como tu!

Princesa divina, liberta-me em condescendências,
Dá-me asas de voar sem penitências,
E vai apanhar no cú!

GoGaN^
(20 de Junho de 2003)

P.S.: Finalmente passados dois anos consegui arranjar um verso final para este poema. Acho que ficou lindo!! :)

Saudações Divertidas eh eh eh


Brilhantemente elaborado por GoGaN^ às 21:40
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1 comentário:
De ana claudia a 13 de Abril de 2005 às 22:20
Oh Nilo,um poema tão lindo a acabar assim... Valha-me deus! Andas tolo! O poema ta excelente, mas apanhar no cu?? Ai e tal..

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